Se eu pudesse descrever os abismos,
Estes mesmos infinitos que existem em mim
Não seria tão imparcial, nem ao menos insípido.
Não que queira ser taxado frio,
Mas das piores sensações é a maior não poder ser comum.
Teoricamente inapto para causar perturbações,
Confirmadamente sensível demasiado às grosserias.
Unicamente absorvedor e tenaz às controvérsias.
Sou eu a criatura sabedora de sua singular inutilidade
Que imparcialmente pode acabar com suas formas.
Das mais variadas maneiras, capaz de destruir-te sem dolos.
Da inércia de moral subversiva,
Eu capaz de nada, sou seu tudo.
Tudo que queres, mas não poderás nunca possuir.
Pela simples possibilidade de ser eu esta coisa tão frágil e forte,
Que nunca vai te esquecer...
Nem de Ti, nem de tuas grosserias,
Nem desta tua arrogância maldita.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Poema ao amigo João...
Nem sempre, meu caro amigo, nos afinaremos.
Contudo, a maioria das vezes, sim.
É porque algo, que não sabemos, nos une.
Talvez porque nossas falas, intercaladas, falem por nós.
Também pode parecer que somos, um do outro, psicólogos.
Nossos casos de amor, e desamor, são parecidos.
Até já... Deixa pra lá. Ela não iria gostar de ser incluída no poema.
Rimos das mesmas coisas, idiotas, às vezes.
Sonhamos com nossos futuros, longes, agora.
Vivemos com intensidade, no máximo, em tudo que fazemos.
Escrevemos nossos textos, sempre em tempos difíceis, complementares.
Fazemos as coisas, das mais loucas, pelo fato de gostar.
Amamos a música, mesmo que de gêneros diferentes, com ‘touchet’.
Afinal, somos companheiros de jornada.
O que seria de mim sem o Joãozinho?
Nossa amizade é como o monte de apostos acima.
Complementares!
Pra você, meu amigo, este poeminha sem vergonha.
Contudo, a maioria das vezes, sim.
É porque algo, que não sabemos, nos une.
Talvez porque nossas falas, intercaladas, falem por nós.
Também pode parecer que somos, um do outro, psicólogos.
Nossos casos de amor, e desamor, são parecidos.
Até já... Deixa pra lá. Ela não iria gostar de ser incluída no poema.
Rimos das mesmas coisas, idiotas, às vezes.
Sonhamos com nossos futuros, longes, agora.
Vivemos com intensidade, no máximo, em tudo que fazemos.
Escrevemos nossos textos, sempre em tempos difíceis, complementares.
Fazemos as coisas, das mais loucas, pelo fato de gostar.
Amamos a música, mesmo que de gêneros diferentes, com ‘touchet’.
Afinal, somos companheiros de jornada.
O que seria de mim sem o Joãozinho?
Nossa amizade é como o monte de apostos acima.
Complementares!
Pra você, meu amigo, este poeminha sem vergonha.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Privados da Privada!
Depois eu que sou maluco...Quando Deus inventou a concepção dos dias...Inventou: os chatos, os alegres, os tristes,Os de preguiça, os de desânimo, os de solidão...Contudo Deus quando fomentou isto no homem,Não esqueceu de colocar nele um pouco de: ingratidão, duvida,Esperança, amor, tédio...Mas os TUDOS reunidos não formam a grande dúvida do ser ou não ser...Pois tudo o que somos, não somos. E tudo o que não somos, somos.E esta compreensão de ser, existir, exprimir, exala um aroma de transdiciplinar.Pois tudo reunido, compõe-se a gramática ‘vidaina’, que vem de vida é claro, pois Deus também não se esqueceu da burrice! E com letras e fonemas... Formamos um quebra cabeça de palavras... de palavras... palavras... avras... vras... ras.. as....Formam uma mesa com palavras espalhadas pelo vidro...PREGAÇÃO, LAGRIMA, TOALHA, LÁPIS, DIVÓRCIO, EXPRIMIR, MÚSICA, TEVÊ, ANGÚSTIA, ESCOLA, PROFESSOR, ENGENHARIA, FLAUTA, TITICA, GALINHA, NÃO, ESQUEÇA, PULA, TORCE, FLAGELADOS, INDIANOS, LIVRO, EDGAR, CASTRO, MATEMATICA, CIBERNÉTICA, AMIZADE, NINA, VOVOZINHA, CACHORRINHO, CHURRASQUINHO, COME, BEBE, BETHANIA,MUNDO, FOME, PAZ, ESPERANÇA, COMPUTADOR, MATADOR,CAETANO, CASAMENTO, AFLIÇÃO, CONSOLAÇÃO, HINÁRIO, CHICO,CORAL, ÔNIBUS, MOUSE, PORTUGUÊS... PRUTUGUÊS... PRUTUGUES DE PORUTUGAL, TUDO AO SOM DO BERIMBAU... TUDO AO SOM... TUdo ao som do berimbau.. berimbau.. berimbau... au... au... au.. urubu...BACALHAU... AU.. AU... AUUU... BACALHAU... PRUTUGUÊ DE PRUTUGALLLLL... AU... AUU... AU... PORTUGUÊS DE PRUTUGAL!Monte este quebra cabeças... Que eu monto a minha cabeça... Ai que dor de cabeça... ai... ai... ai... dipirona não... paracetamol.... dipirona não.... dipirona não... ona não...
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