sábado, 11 de abril de 2009

Lá (Poeminha de duas metades)






Era hoje e ainda estava lá,
Teu cheiro estava impregnado lá.
Tua forma marcou aquele lugar,
Notava-te, lá, como se estivesses presente.
Queria que sim, mas não foi possível.
Que aquele bem durasse toda eternidade,
Também foi meu desejo.
Pude traduzir-te, lá, mesmo de maneira simples.
Quis fazer-te feliz.

Ah! Meu amor,
Se soubesses o quanto estou feliz.
Não pelo que passou, lá, mas pelo que virá
Com o tempo e com a maturação do nosso amor.
Embora haverão muitos outros “lá”, é aqui que te quero.
Dentro de mim, viva como hoje.
Saudável como nunca.
Amada como sempre!