sexta-feira, 20 de março de 2009

Poema resultante de nós dois





Eu te amo pelo poema confuso que fiz.
Semelhante a minha cabeça hoje.
Amar você, não é algo finito.

Mas sim, infinito, nos momentos únicos que passo ao seu lado.

Estar contigo,
É literalmente estar nos braços do amor,

Sendo todo e unicamente seu,
No corpo que arde em desejo e na alma que ama incessantemente.

Quero dizer o quanto te amo,
Mas não de forma convencional.
Queria confessar de forma espontânea,
Sem ser direto por demais, nem sucinto também.

Do que desejo em ti?
Desejo você!
Não lascivamente, por completo.
Mas minha ânsia é beber teu ser através dos beijos que nos doamos.

Amo-te o jeito com que me olhas,
Amo-te o jeito que me beijas,
Amo-te o jeito com que passas tua mão em mim,
Amo-te o jeito com que me apertas contra ti.

Amo-te a forma com que me sorri,
Amo-te a forma com que me sussurras ao ouvido,
Amo-te a forma com que respiras nos meus ouvidos,
Amo-te a forma corpórea tua, sem nada acrescentar.

É a tua alma que quero agarrar em mim.
É a força do amor que quero digerir em teus braços.
É o teu corpo que desejo traduzir,
Sem ferir-te o amor e fazendo-o crescer.

A tua boca necessito para mim
Para que se possa extravasar
O que em nós não findou,
Nem pode, nem deve, nem irá findar
.